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Relatório diz que Zara encara clientes negros como potenciais ladrões

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Um relatório realizado nos Estados Unidos, pelo The Center for Popular Democracy, citado pela revista Forbes diz que a Zara considera os clientes negros mais propensos para serem ladrões. 

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O estudo "Zara USA"s Corporate Culture of Favoritism" questionou 251 dos cerca de 1.500 trabalhadores das lojas Zara em Manhattan, Nova Iorque, chamando este grupo de "amostra aleatória." Terá sido daqui que saiu uma das conclusões mais chocantes: que os clientes negros são encarados como mais propensos para roubar.

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O relatório descreve a prática na Zara: os clientes negros e suspeitos ladrões são chamados de "pedidos especiais", o que configura discriminação racial. "A maioria dos funcionários define, de forma ampla, o conceito de 'encomenda especial' como um código que é usado quando surge alguém suspeito" - "um ladrão que entra na loja", diz o estudo.

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No entanto, 43% dos trabalhadores da Zara analisados não responde a perguntas referentes a "pedidos especiais" ou dizem que não estavam familiarizados com o termo. No entanto, dos 57% que não respondeu, 46% afirma que os clientes negros eram chamados de "pedidos especiais" "sempre" ou "muitas vezes", em comparação com 14% dos clientes latinos e 7% de brancos. 

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